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HOSPITAL GERAL CLERISTON ANDRADE, em Feira de Santana, é acusado pela família de negar relatório de regulação a paciente em estado grave

Desespero no HGCA: Relatório de regulação é retido e família ameaça acionar Ministério Público

09/12/2025 às 14h35
Por: Redação
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Foto: Reprodução Internet
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HOSPITAL GERAL CLERISTON ANDRADE, em Feira de Santana, é acusado pela família de negar relatório de regulação a paciente em estado grave

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*Desespero no HGCA: Relatório de regulação é retido e família ameaça acionar Ministério Público*

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Feira de Santana (BA) – Familiares do jovem Welinton Simão Silva, 27 anos, denunciam que o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), localizado na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n (Av. Contorno), Feira de Santana – BA, estaria se negando a fornecer o relatório de regulação necessário para transferência urgente para Salvador.

Segundo os familiares, Welinton está internado em estado grave, necessitando de encaminhamento imediato para o Hospital Aristides Maltez, onde passaria por cirurgia de urgência.

Vídeos que circulam entre parentes mostram desespero, choro, pedidos de socorro e a revolta diante da demora e da suposta recusa do hospital em liberar o documento que permitiria a continuidade do tratamento.

A família afirma que, mesmo após insistentes solicitações, o relatório de regulação — documento indispensável para transferências pelo sistema SUS — não foi entregue. Diante da situação, um representante ligado aos Direitos Humanos se deslocou até o hospital para requerer oficialmente o relatório e acompanhar o caso de perto.

O membro dos Direitos Humanos informou que, caso o documento não seja liberado, deverá acionar o Ministério Público da Bahia para denunciar a situação e cobrar providências imediatas.

Enquanto isso, familiares continuam apelando para que o caso seja solucionado o quanto antes, temendo pelo agravamento do estado de saúde do paciente.

“A gente só quer que ele seja transferido e operado. Queremos o relatório para salvar a vida dele”, desabafa um dos parentes.

Até o momento da publicação deste texto, a família aguardava a liberação do relatório.

Obs: Federação Brasileira dos Direitos Humanos enviará um representante para acompanhar a denuncia.

 

 

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