
A gestão da pressão noturna na Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), medida adotada para preservar o nível dos mananciais durante o período de estiagem, economizou 146 bilhões de litros de água, o equivalente ao consumo de 25 milhões de pessoas, duas vezes a cidade de São Paulo, por trinta dias.
Desde agosto do ano passado, a Sabesp vem adotando a redução da pressão da água em toda a Região Metropolitana de São Paulo, das 19h às 5h, quando há menor consumo pela população. A ação, preventiva e temporária, atende a uma deliberação da Arsesp (Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo) e do Governo de São Paulo, com o objetivo de preservar os reservatórios que abastecem a região.
Para reduzir o impacto da falta de chuvas na Região Metropolitana de São Paulo, a Sabesp adotou uma estratégia que combina gestão da demanda noturna, reforço nas operações e investimentos estruturantes para dar soluções definitivas a problemas históricos. A Companhia vem ampliando a integração entre sistemas produtores, reforçando a capacidade de transferência de água entre regiões, modernizando redes e intensificando o combate a perdas — ações que, na prática, aumentam a oferta sem pressionar ainda mais os mananciais.
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A empresa executa um programa de investimentos em segurança hídrica, com foco na diversificação de fontes, aumento da reservação e ampliação da resiliência dos sistemas frente aos impactos da emergência climática. Até 2027, a Companhia investirá mais de R$ 5 bilhões em obras voltadas à segurança hídrica, que ampliarão a oferta de água em cerca de 8 mil litros por segundo, beneficiando aproximadamente 22 milhões de pessoas na Região Metropolitana de São Paulo.
A Sabesp também ampliou o programa Reserva Certa, voltado à instalação gratuita de caixas-d’água para famílias de baixa renda enquadradas nas Tarifas Social e Vulnerável. Desde o início do programa, mais de duas mil famílias já foram beneficiadas.
A Companhia reforça ainda que o consumo consciente da água é parte essencial dessa estratégia. A participação da população, aliada às medidas operacionais e aos investimentos em infraestrutura, contribui diretamente para a preservação dos recursos hídricos e para o enfrentamento dos períodos de estiagem com mais segurança.
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