
O Ceará se prepara para sediar a PEC Nordeste 2026, que nesta edição passa a se consolidar como PEC Brasil devido à sua expansão e repercussão nacional. O evento acontece entre os dias 25 e 27 de junho de 2026, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza. O objetivo central da feira é impulsionar a economia rural, trazer as principais inovações tecnológicas do mercado, promover a capacitação de produtores e discutir os rumos da produção agropecuária no país, gerando um ambiente de negócios e network para toda a cadeia produtiva.
A Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará (SDE) e suas vinculadas terão uma participação de destaque ao longo dos três dias de programação. A presença institucional do Governo do Estado será dividida em dois grandes espaços estratégicos, contemplando stands institucionais para atendimento ao público. O primeiro reunirá as ações da Secretaria ao lado das vinculadas: Agência de Desenvolvimento Econômico (Adece), Agência de Defesa Agropecuária (Adagri), Junta Comercial (Jucec), Complexo do Pecém (Cipp), Zona de Processamento de Exportação (ZPE) e o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).
O segundo espaço será focado na atuação direta das secretarias executivas, apresentando as principais políticas e projetos voltados para os setores da indústria, do comércio e do agronegócio.
Além da exposição institucional, a SDE programou o lançamento oficial de um levantamento inédito sobre a carcinicultura (criação de camarão) no estado, realizado em parceria com a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e a Secretaria da Pesca e Aquicultura (SPA).
O evento também abrigará a segunda etapa do Circuito de Exposição do Estado do Ceará, impulsionando a movimentação pecuária na capital.
O secretário da SDE, Fábio Feijó, que acompanhará toda a agenda do evento, ressalta a importância da feira para a economia cearense: “A PEC Nordeste se consolidar como PEC Brasil reflete diretamente o amadurecimento do nosso mercado. Para a SDE, apoiar e estar presente em um evento deste porte é uma prioridade, pois enxergamos aqui um ambiente propício para a geração de novos negócios, atração de investimentos e fortalecimento das empresas locais. É uma vitrine fundamental para o desenvolvimento econômico, criando emprego, renda e abrindo caminhos sólidos de inovação e oportunidades para o agronegócio cearense se destacar tanto no cenário nacional quanto no mercado internacional”.
O secretário executivo do Agronegócio da SDE, Silvio Carlos, detalha o impacto técnico e prático que a feira traz para os produtores cearenses. Ele enfatiza que a programação — que inclui três leilões (de cavalos, bovinos, ovinos e caprinos), seminários técnicos, discussões sobre exportação no programa Agro BR e painéis dedicados às mulheres do agro — reposiciona o estado na vanguarda do setor.
“Este evento é o momento em que Fortaleza e todo o Ceará se conectam com o que há de mais moderno na agropecuária brasileira. O agronegócio no nosso estado tem uma força tremenda e, dentro da feira, o produtor rural cearense tem acesso a palestrantes nacionais, cooperativismo e tecnologias que mudam o dia a dia no campo. Apresentar os nossos projetos e lançar o estudo da carcinicultura na PEC mostra que estamos planejando o futuro do agro com dados, inteligência e muito apoio ao homem do campo”, afirma Silvio Carlos.
O evento terá entrada gratuita, mas contará com uma forte corrente de solidariedade voluntária. Pela primeira vez, a SDE fechou parceria com a Secretaria de Proteção Animal (Sepa), que promoverá campanhas de arrecadação de ração, além de oferecer serviços de vacinação e doação de coleiras.
O programa Ceará sem Fome, coordenado pela primeira-dama Lia de Freitas, estará presente com equipes mobilizadas para recolher doações de alimentos não perecíveis destinados às famílias cadastradas no programa que vivem em situação de vulnerabilidade social.
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